RONALDO MANSUR - PSOL - GOVERNADOR

RONALDO MANSUR é candidato(a) a Governador pelo PSOL em Bahia (BA) nas Eleições 2026.

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RONALDO MANSUR

RONALDO MANSUR SANTOS SILVA

Cargo Atual: GOVERNADOR
Número da Urna: 50
Candidatura: 2026

Espectro político

Toque em uma faixa para entender o que ela significa

Extrema esquerda Direita conservadora

PSOL

Federação com PSOL, Rede. A lei obriga partidos federados a votarem juntos por quatro anos, então o comportamento no Congresso é o do bloco.

Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.

Dados do candidato

Data de nascimento
25/09/1979
Gênero
MASCULINO
Estado civil
SOLTEIRO(A)
Grau de instrução
ENSINO MÉDIO COMPLETO
Ocupação declarada
OUTROS
Estado de nascimento
BA

Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.

R$ 1.737,55 (2022)
R$ 91.397,22 (2026)
Patrimônio declarado
-
Gastos de mandato
-
Presença em sessões
0
Projetos apresentados

Evolução e Histórico Político

Evolução da Votação por Eleição

Comparativo: Deputado Federal em 2018 (BA)

Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.

2026 - GOVERNADOR

PSOL | UF: BA

Votação Obtida: Não apurado (Não apurado)

2022 - VICE-GOVERNADOR

PSOL | UF: BA

Votação Obtida: 0 votos (NÃO ELEITO)

2018 - DEPUTADO FEDERAL

PSOL | UF: BA

Votação Obtida: 229 votos (NÃO ELEITO)

2014 - VICE-GOVERNADOR

PSOL | UF: BA

Votação Obtida: 0 votos (NÃO ELEITO)

Declaração Patrimonial Recente

Evolução do Patrimônio Declarado

Ano Tipo Descrição Valor
2026 Casa IMÓVEL RESIDENCIAL, LOCALIZADA NA CIDADE DE SALVADOR BA - ADIQUIRIDA COM O FGTS NO ANO DE 2024, SENDO R$ 59.827,52 COM RECURSOS DE FGTS E R$ 172,48 COM RECURSOS PRÓPRIOS. R$ 60.000,00
2026 Outras participações societárias PARTICIPAÇÃO SOCIETÁRIA EM EMPRESA (BABAYAGA) R$ 30.000,00
2022 Ações (inclusive as provenientes de linha telefônica) Ações Magazine Luiza R$ 1.737,55
2026 Caderneta de poupança CONTA POUPANÇA NA CEF R$ 923,52
2026 Depósito bancário em conta corrente no País CONTA CORRENTE NO BANCO DO BRASIL R$ 423,70
2026 Caderneta de poupança CONTA POUPANÇA BANCO DO BRASIL R$ 50,00
Patrimônio total declarado (2022): R$ 1.737,55
Patrimônio total declarado (2026): R$ 91.397,22

Prestação de Contas e Gastos

Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.

Mandato (Gastos CEAP)

Sem despesas de mandato registradas.

Gastos de Campanha

Detalhamento por tipo de despesa
Tipo de despesa Total %
Atividades de militância e mobilização de rua 2018 R$ 9.498,50 95,0%
Publicidade por materiais impressos 2018 R$ 500,00 5,0%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito 2018 R$ 1,50 0,0%
Total geral R$ 10.000,00 100%
Maiores fornecedores
Fornecedor Lançamentos Total
Antonio Carlos Coelho Barreto 1 R$ 3.200,00
Fernanda Maia De Araújo 1 R$ 2.500,00
Kaliany Milleny Dos Santos Cruz 1 R$ 2.500,00
Davi Tourinho De Brito 1 R$ 1.298,50
Fortalex Serviços Gráficos Eireli - Me 1 R$ 500,00
#nulo 1 R$ 1,50

Receitas de Campanha

Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.

Por origem
Tipo de despesa Total %
Recursos de partido político 2018 R$ 10.000,00 99,0%
Recursos de pessoas físicas 2018 R$ 100,00 1,0%
Total geral R$ 10.100,00 100%
Maiores doadores
Doador Lançamentos Total
Direção Estadual/distrital 1 R$ 10.000,00
Jacson Carvalho Sampaio 1 R$ 100,00

Projetos de Lei Apresentados

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Presença e Votos em Plenário

Nenhum voto em plenário registrado para este político.

Frequência nas Sessões Ordinárias

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Participação em Comissões e Órgãos Legislativos

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Situação do registro da candidatura

Ano Julgamento Teto legal de gasto
2026 DEFERIDO R$ 1.778.880.616,00
2022 DEFERIDO —
2018 DEFERIDO R$ 2.500.000,00

Proposta de governo

Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.

Programa de governo — eleição de 2026 24 páginas

Companheiras e companheiros,

Apresentamos à sociedade baiana o esforço de nossa comissão programática para elaborar um conjunto de
ideias que se constituirão como substrato para a elaboração do nosso programa de governo. Como não poderia
deixar de ser, o documento apresenta formulações próprias à nossa tradição de luta e fornece pistas sobre ser
esquerda nesta nova quadra mundial.


Carta a população baiana
Ao longo da nossa trajetória a população baiana é capaz de empreender uma série de iniciativas que marcaram
época no Brasil. Mesmo sendo muitas delas derrotadas ou com o povo, de…

Ler mais do texto

las não se beneficiando, registramos
o inconformismo popular e democrático e mostramos que sempre que as causas políticas e sociais conseguem
penetrar na aparente crosta de indiferença e de apatia da nossa população, são capazes de despertar energias
desconhecidas por quem não está sintonizado com a alma popular, negra, cabocla, aborígene, democrática e
anti-opressão de nosso povo.
Foi desta maneira que nossa ancestralidade indígena pôde resistir contra a invasão de suas terras, que a
afro-baianidade achou forças para lutar contra a escravização, o extermínio físico e o genocídio cultural, que
as/os imigrantes que para aqui vieram não se conformaram com o autoritarismo metropolitano, que a classe
trabalhadora, pequenos/as proprietários/as, agricultores/as, lutaram durante séculos contra o racismo e a
exploração, que as mulheres lutaram contra a opressão, contando-se as dezenas, as revoltas que promoveram
durante a Colônia, o Império e a República na Bahia, por autonomia, democracia e por melhores dias.
Não é possível entender a Independência, a farsa abolicionista e a República sem passar pela Conjuração
Baiana, pela luta que culminou no 2 de julho, pelos Malês e pela Sabinada. Sempre quando as elites não
levavam em conta as nossas demandas e reivindicações, o povo baiano se levantou, a exemplo de Canudos
que, no limiar da própria República, travou a luta do “fim do mundo” cantada por Vargas Llosa.










Diretrizes para o Programa PSOL para governar a Bahia

Conforma, desta maneira, os elementos de um projeto político que dialoga com a nossa história, com o possível
cenário nacional de reeleição de Luís Inácio Lula da Silva e com o complexo cenário mundial. A partir de um
diagnóstico dos anos carlistas e da experiência de quase 20 anos da coligação encabeçada pelo PT, se propõe
a superar os limites desses governos tendo como horizonte uma Bahia para todos e todas os/as baianos/as onde
o desenvolvimento econômico possa ser entendido como sustentável e inclusivo.

Compartilhamos com vocês, assim, nossos valores, sonhos e a vontade de viver novas experiências.

Bahia, julho de 2026
Hoje vai longe o tempo em que a Bahia ocupava posição determinante em nosso país e possuía a maior parte
do petróleo nacional. Nossa região foi reduzida à condição de área mais pobre do país com parte de seu
território submetida a baixos índices de desenvolvimento humano. Sofremos com a desindustrialização e com
a concorrência predominantemente voltada para compras fora da Bahia. Aprofundou-se a nossa divisão entre
as classes rica, pobre e remediada. Nos tornamos mais insensíveis ao sofrimento de nossos/as conterrâneos/as
e permeáveis ao consumismo desenfreado.
Nosso estado não tem mais condição de adotar baixos níveis de crescimento econômico ou escolher governos
conservadores cujo sentido é não ter o povo como prioridade. A existência de seres humanos à margem do
consumo, dos serviços públicos e submetidos permanentemente a violência é uma ameaça a toda população
baiana. O fim desta situação não é somente uma exigência de ordem ética, humanitária e socialista, mas um
imperativo econômico para o nosso desenvolvimento. A falta de enfrentamento desta situação desloca a Bahia
do lugar que merece na economia e política nacional.
Nestas eleições nos dirigimos aos 75% dos/as baianos/as dispostos a vencer o neofascismo no Brasil. Trazemos
boas notícias. Nossa geração está vendo o início de uma nova ordem mundial. A Guerra da Ucrânia e o
genocídio em Gaza pelas forças de Israel, aceleraram tendências internacionais vigentes há décadas. A China,
a Rússia, o Irã e países do Sul buscam uma menor dependência do imperialismo e estão formando um núcleo
que pode ser decisivo para a mudança da economia internacional. Está na pauta o fim da era do dólar, a
constituição de um sistema de pagamentos alternativos como o PIX, a Rota da Seda, novas estruturas logísticas
e de energia, entre outras. A situação abre fresta importante para o Brasil e a Bahia atuarem internacionalmente.
E da mesma forma as eleições prometem derrotar a extrema direita.

Mas nem tudo são flores. As eleições para presidente ainda não estão ganhas por Luís Inácio Lula da Silva e
vai rolar muita água debaixo da ponte. Uma orientação central para nosso esforço de mudança é que a opção
pelo progressismo a nível nacional precisa ser adotada também a nível estadual. A vitória de Lula deve ser
acompanhada pela eleição de governadores/as e de deputados/as no campo progressista. Ou alguém acredita
que se ACM Neto e João Roma???? forem eleitos podem ajudar o presidente Luís Inácio Lula da Silva a
reconstruir o Brasil?
Derrotar o carlismo e a extrema direita no Brasil e na Bahia
O carlismo governa a Bahia há mais de cinquenta anos, com o hiato de quase 20 anos do PT. Assim foi com o
avô, seus/as alunos/as, e seu neto. Em todos esses momentos essa corrente se atribuiu a tarefa de modernização
conservadora da Bahia. Sob ACM ocorre um modelo da construção industrial do Polo Petroquímico e do CIA
no entorno de Salvador, esvaziando lavouras e municípios e multiplicando a violência no estado. Inicia-se a
negociação da dívida do Estado onerando quase 1/5 da arrecadação estadual.
Durante os governos carlistas ocorrem o fim dos bancos estaduais - com a falência do Banco Econômico, a
absorção do BANEB pelo BRADESCO, e a substituição do poderoso DESENBANCO pelo pálido
DESENBAHIA e será desestruturada a indústria de calçados e entregue ao capital do Sul/Sudeste.
As eleições de 2026 na Bahia mostram alguns palanques, como o da candidatura do PT e do PSOL-REDE. Em
nosso palanque, além de denunciar o carlismo e a extrema direita, expresso nas candidaturas apoiadas por ACM
Neto e João Roma, criticamos os limites da tentativa empreendida pelo PT e coligados/as de trazer melhores
dias para o nosso estado. Consideramos que os 4 anos do governo Jerônimo Rodrigues, revelaram-se
decepcionantes. É óbvio que se ressentem das condições políticas adversas, no entanto isto não justifica uma
média do PIB irrisória.
A Bahia aparece em 3° lugar no país em violência contra as mulheres, sendo o mais violento do Nordeste em
número de feminicídios e o segundo com maior número de mortes da população LGBTQIAPN+. O estado tem
90,9% de pessoas ocupadas, estando desocupadas 9,1% (3° no ranking nacional), o rendimento médio das
pessoas ocupadas é de apenas R$2.199,00. O estado possui o maior número absoluto de pessoas em situação
de pobreza extrema no Brasil e a renda domiciliar per capita é significativamente menor que a média do país.
A polícia do governador está no pódio do ranking nacional de letalidade das forças policiais ocupando o 2°
lugar, com 40,6 mortes por 100 mil habitantes, 5x maior que a média nacional, sendo o perfil da maioria
esmagadora das vítimas, pessoas negras.
Jerônimo Rodrigues governa com posições mais próximas do centro político, mais para liberal do que de
tinturas sociais. Na Segurança Pública, ignora a crise, negando a realidade e as críticas feitas à sua gestão. Na
Educação, apesar de dizer que é um setor prioritário de sua gestão, colocou a Bahia em último lugar no
aprendizado de português e matemática no ensino médio (IDEB agosto 2024). Pesquisa QUAEST de
fevereiro/25 indicou que sua gestão tem a pior avaliação na geração de emprego e renda. A Bahia lida com
problemas sociais como fome e miséria, desemprego e evasão escolar, além da alta criminalidade, e completa
inação do governo estadual com ausência de medidas efetivas de combate a essas mazelas.
O PSOL e a REDE convocam a população baiana para encerrar o ciclo petista que não trouxe nem
desenvolvimento nem inclusão sustentável e a romper com a polarização reinante que continua beneficiando o
“andar de cima” da nossa sociedade distribuindo ao povo apenas migalhas que caem da mesa.
Propomos uma nova abordagem para a economia baiana. Herdamos um enorme endividamento, que sempre
ignorou a inclusão social e o diálogo com os movimentos sociais. O governo de Rui Costa não conseguiu atrair
investimentos significativos para a Bahia nem utilizou as potencialidades de formas econômicas alternativas.
Seus anos foram de perdas para o funcionalismo público, de crescimento pífio do PIB estadual, e de ampliação
de toda sorte de alianças conservadoras mantendo o que de pior há na política baiana, a exemplo da família
corrupta de Geddel.
Nosso governo propõe superar esses modelos para o bem da Bahia. Considera que é preciso romper com o
acordo de pagamento da dívida estadual com a União, feito pelos carlistas com FHC e mantido por Lula, que
ajuda a engessar a intervenção do Estado local evitando que tenha os recursos necessários para investimentos
econômicos e sociais. Reorientar as transações locais para o fortalecimento do mercado interno, seja inter áreas,
seja entre os estados do Nordeste ou preenchendo espaços de relação com as regiões Norte e Centro Oeste.
Pretendemos abrir um novo campo de relação com a África e com o Norte/Centro da área do Pacífico na
América do Sul.
Alicerçar energias capazes de alavancar o desenvolvimento sustentável utilizando redes de permutas, economia
solidária, cooperativas, experiências de bancos populares, e outros instrumentos de gestão e planejamento
contemplando a multiplicação das relações entre campo e cidade. Criar zonas e aglomerações comerciais e
industriais. Estimular novos eixos de desenvolvimento aproveitando as potencialidades econômicas regionais.
Investir na atração de novas empresas para o estado após avaliação dos benefícios que a implantação trará para
a nossa população. Propomos enfrentar a disputa dos lobbies turísticos através da articulação de um pool no
Nordeste. Agilizar o estímulo das alternativas ferroviária, fluvial e metroviária assim como sua logística. A
criação de um Conselho de Desenvolvimento e Sustentabilidade da Bahia com uma nova política compartilhada
com a participação da classe empresarial e trabalhadora e sociedade civil.
Ao lado de reorientar as transações econômicas, nosso governo terá atenção especial para a incorporação da
sociedade civil no fazer político. Buscaremos a recuperação do poder de decisão do Estado deslocando esse
papel das corporações. Incorporar a população nas decisões políticas construindo um PROGRAMA
DEMOCRÁTICO E POPULAR que organize conselhos para tomar decisões fulcrais de Estado, que
compartilhe orçamentos, consultas, aprofunde a experiência dos territórios dos congressos das cidades, entre
outras. Inaugurar formas de consulta direta à população, incluindo projetos populares e plebiscitos. Coerentes
com a política de permear o Estado à participação popular, definiremos projetos de forma a contemplar o maior
número possível de segmentos da base de atuação. Estimularemos os conselhos, as consultas populares, as
administrações regionais e as organizações associativas.
Rever o marketing utilizado pelo Estado que passa uma imagem equivocada do povo baiano, o que acaba
incentivando o turismo sexual. Promover um planejamento estadual efetivo que oriente investimentos de longo
prazo, o redirecionamento do crescimento predatório das nossas cidades, com o apoio ao transporte, o controle
do uso do solo, os níveis de poluição sonora e ambiental, o emprego, a educação e a saúde.
A necessidade da reparação social
O estado baiano deve se desculpar por sua histórica atuação anti-indígena, machista, discriminadora e
escravista. A trajetória baiana mostra um contencioso com povos originários e africanos até hoje não reparados.
Milhões de integrantes de nossas populações originais e imigrantes africanos foram submetidos a tratamento
indigno, escravizados, humilhados, explorados e assassinados. Muitos dos nossos antepassados desapareceram
vítimas de genocídio. Outros tiveram tomado as suas terras.
Nosso governo reconhecerá a dívida com estas populações e as reparará através de políticas públicas
transversais que beneficiem os seus descendentes, seja contribuindo para a recuperação da sua autoestima,
legalizando as terras, garantindo apoio às nações nativas assim como das comunidades descendentes de
quilombos. Criará espaços de cidadania para a participação de setores representativos da sociedade e de
confissões religiosas, para tratar de questões como: qualidade de vida, violência contra a mulher, extermínio
do povo negro, desmilitarização das polícias, passe livre para estudantes e desempregados, pedágios abusivos,
entre outros.
A preocupação essencial do PSOL e REDE será com a educação e a saúde. As experiências educacionais que
estimulamos serão críticas e trabalharão de forma interdisciplinar a convivência entre os diversos grupos sociais
e comunitários estimulando o seu diálogo e priorizando as suas experiências, buscando dar visibilidade às suas
identidades, ancestralidades e ao seu modo de ser, sentir e pensar. Na saúde será estimulado o cuidado com
toda a população e a dimensão solidária com sua situação, crescimento e destino, neste sentido buscaremos a
formação de equipes interdisciplinares englobando profissionais de saúde, previdência, assistência, qualidade
de vida – com ênfase na Terceira Idade, hábitos sanitários e de higiene. A atuação nestas áreas se dará de forma
a contemplar outros olhares de saúde e educação encontrados nas comunidades tradicionais e nas experiências
holísticas.
Estimulamos o apoio a pessoas em situação de risco social e à participação política e orçamentária das
comunidades nas soluções gerais e setoriais. Respeitamos as diferenças religiosas, raciais, de gênero, etárias,
e de opção sexual. Garantimos ampla liberdade de circulação de ideias, de expressão, de reunião, e organização
social e política. Adotaremos novas relações com as técnicas e as tecnologias e garantimos o acesso a todas as
formas de tratamento de saúde, técnicas e aprendizado.
Promoveremos uma nova articulação cidade-campo tratando os diversos atores, inclusive o agronegócio, sem
privilégios. Teremos como foco de atuação no campo a promoção do desenvolvimento sustentável, a
massificação, doação e legalização da posse da terra, a garantia de apoio técnico, a comoditização de produtos
agroindustriais, a integração de cadeias produtivas, a organização de cooperativas, o cumprimento a legislação
trabalhista, a instalação de empreendimentos empresariais a partir dos benefícios que realmente trouxer as
populações.
Defenderemos o patrimônio socioambiental e energético do estado. A defesa das nossas baías, matas, rios e
florestas, subsolo, formas de energia e de qualidade de vida. Nosso patrimônio arqueológico, arquitetônico,
sociocultural, ambiental e religioso, a partir da diretriz de valorização cultural.
Adotaremos o princípio republicano de independência dos poderes. Cumpriremos as atribuições próprias ao
poder executivo, não interferindo no Legislativo e no Judiciário. Estaremos ao lado da modernização desses
poderes prevendo seu controle externo, sua profissionalização e o fim do nepotismo e da corrupção.
Incentivando mecanismos de ampliação das funções de mediação e arbitragem judiciais. Adotaremos a
execução dos orçamentos públicos de forma orientada pela garantia do emprego nos bairros e municípios.
Defendemos o fim urgente do analfabetismo e do trabalho escravo. A cobertura integral do estado dos
programas de saúde da comunidade e da família. O apoio aos órgãos de fiscalização da legislação social,
sanitária, ambiental e das relações de trabalho. O pagamento dos índices de inflação aos trabalhadores públicos
com recuperação negociada das suas perdas salariais e a reestruturação de suas carreiras tornando-as mais
interessantes e criativas. A valorização da atividade policial, a integração das polícias e um novo Estatuto do
Policial Militar. Exigimos contrapartidas trabalhistas e institucionais das empresas que recebem benefícios do
Estado. Apoiaremos a efetivação da escala 6x1 para a classe trabalhadora.
Criaremos um fórum urbano permanente que capte as tendências urbanas do Século XXI. Defendemos planejar
o crescimento das cidades e das articulações com o seu entorno pois a sua falta contribui para o crescimento
desordenado e predatório que deixa as cidades entregues aos efeitos danosos das chuvas, da economia e da
sazonalidade. As principais cidades do estado sofrem com problemas de trânsito, com o crescimento vertical e
horizontal descontrolado, num predatório “construa-onde-puder” urbano, de falta de mobilidade urbana.
Aplicam uma “gestão palaciana” ao arrepio das necessidades populares com decisões centradas no capital
imobiliário, tem, assim, seu patrimônio mobiliário, paisagístico e arquitetônico ameaçado. Ampliaremos as
obras do Metrô de Salvador e abriremos uma investigação dos desmandos que a
marcaram, assim como discutiremos o contrato estabelecido com a Arena Fonte Nova lesivo ao estado e a
construção da Ponte Salvador-Itaparica.
Consideramos que as possibilidades abertas pela Constituição federal de 1988 à gestão não foram utilizadas
plenamente ao longo dessas duas décadas. Assim organizamos especialistas em orçamento, analistas e técnicos
constitucionais que subsidiarão os municípios baianos na captação de recursos públicos e privados. Poremos,
assim, um fim na discriminação dos municípios atendendo aos pleitos independente da opção política de seus
prefeitos e vereança. Estimulamos a execução de pequenas obras com a contratação da própria comunidade,
como forma de renda, além de novos roteiros turísticos.
Bahia - julho de 2026
Ronaldo Mansur e Meire Reis

Superar a estagnação econômica e a falta de desenvolvimento sustentável
A Bahia apesar de possuir um terço da indústria instalada no Nordeste está numa situação periférica em relação
à indústria nacional. A política industrial levada a efeito pelo estado tem experimentado oscilações. Após
apostar no setor de forma concentrada na RMS ao longo de meio século entre o final dos anos 40 e dos anos 80
os carlistas apostaram em uma “Era do turismo e dos serviços”. Somente em meados dessa década volta a haver
estímulo ao setor industrial com a criação de programas ditos de apoio à indústria e atração de novos
empreendimentos no setor através da entrada de cabeça do Estado baiano na Guerra Fiscal.
No entanto, pelo próprio critério preferido pelo grupo carlista, a comparação dos índices estadual e nacional
do PIB, é evidente a estagnação da economia baiana. O índice, após cair na primeira metade da década de 90,
terminou-a no mesmo lugar em que estava em 1990, ou seja, representando 4,4% do PIB nacional. Somado a
outros indicadores pode-se perceber a falta de desenvolvimento sustentável.
De um lado Salvador continua a ser o grande centro-administrativo-financeiro e comercial, de serviços, lazer e
porto. Juntos com os demais municípios da RMS detinha há alguns anos 64% da renda industrial do Estado.
No entanto, tem seu próprio entorno bastante diferenciado. Apenas cinco municípios (Salvador, Camaçari,
Simões Filho, Candeias e São Francisco do Conde) somados a Feira de Santana detém 65% das exportações e
38% do produto estadual. As nossas exportações têm como principais parceiros a Europa, os EUA e o
MERCOSUL, os mesmos do país, pouco utilizando as suas particularidades. Desta forma a África quase não
aparece nos boletins de

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Arquivo dentro do pacote: 2026BA50002532269_01.pdf

Redes sociais declaradas

Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.

Nenhuma matéria deste site menciona este candidato até o momento.

Resultados de busca automática na internet, associados ao candidato pelo nome. O trecho é copiado da própria fonte, sem resumo escrito por este site. A associação pode conter homônimos: confira sempre na origem antes de concluir qualquer coisa.

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Mais votados nesta disputa

Comparativo: Deputado Federal em 2018 (BA)

Origem dos dados desta página

Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.

Tribunal Superior Eleitoral — Dados Abertos
Candidaturas, votação apurada, bens declarados, despesas de campanha, coligações, redes sociais, propostas de governo, cassações e situação do registro
Câmara dos Deputados — Dados Abertos
Projetos apresentados, comissões, votações nominais, presença em sessões e cota parlamentar
Senado Federal — Dados Abertos
Projetos, comissões, votações e cota do exercício parlamentar
Tribunal de Contas da União
Responsáveis inabilitados para cargo em comissão ou função de confiança
Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência
Cadastro de empresas e pessoas inidôneas e suspensas de licitar (CEIS)
Ranking dos Políticos (ONG independente)
Nota do Conselho de Leis e selo de Parlamentar Premiado — opinião de terceiro, não dado oficial