TECIO NUNES - PSOL - PREFEITO

TECIO NUNES é candidato(a) a Prefeito pelo PSOL em FORTALEZA (CE) nas Eleições 2024.

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TECIO NUNES

TECIO NUNES SALGADO

Cargo Atual: PREFEITO
Número da Urna: 50
Candidatura: 2024

Espectro político

Toque em uma faixa para entender o que ela significa

Extrema esquerda Direita conservadora

PSOL

Federação com PSOL, Rede. A lei obriga partidos federados a votarem juntos por quatro anos, então o comportamento no Congresso é o do bloco.

Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.

Dados do candidato

Data de nascimento
27/07/1989
Gênero
MASCULINO
Estado civil
SEPARADO(A) JUDICIALMENTE
Grau de instrução
ENSINO MÉDIO COMPLETO
Ocupação declarada
OUTROS
Estado de nascimento
CE

Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.

R$ 37.082,00 (2024)
Patrimônio declarado
-
Gastos de mandato
-
Presença em sessões
0
Projetos apresentados

Evolução e Histórico Político

Comparativo: Prefeito em 2024 (FORTALEZA / CE)

Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.

2024 - PREFEITO

PSOL | UF: CE

Votação Obtida: 8.923 votos (NÃO ELEITO)

Declaração Patrimonial Recente

Ano Tipo Descrição Valor
2024 Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. CARRO R$ 37.082,00
Patrimônio total declarado (2024): R$ 37.082,00

Prestação de Contas e Gastos

Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.

Mandato (Gastos CEAP)

Sem despesas de mandato registradas.

Gastos de Campanha

Sem despesas de campanha registradas.

Receitas de Campanha

Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.

Por origem
Tipo de despesa Total %
Recursos de partido político 2024 R$ 846.000,00 100,0%
Total geral R$ 846.000,00 100%
Maiores doadores
Doador Lançamentos Total
Direção Nacional 1 R$ 700.000,00
Direção Nacional 4 R$ 146.000,00

Projetos de Lei Apresentados

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Presença e Votos em Plenário

Nenhum voto em plenário registrado para este político.

Frequência nas Sessões Ordinárias

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Participação em Comissões e Órgãos Legislativos

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Situação do registro da candidatura

Ano Julgamento Teto legal de gasto
2024 DEFERIDO R$ 1.835.916.142,00

Proposta de governo

Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.

Programa de governo — eleição de 2024 38 páginas

1
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3
Uma candidatura à Prefeitura de Fortaleza
precisa ser sobre algo muito maior do que o
cenário dos grandes grupos de poder político
da cidade e do estado, a falta de qualidade da
gestão de plantão ou os nomes pretensamente
mais capacitados para ocupar o Palácio do Bispo
– estas eleições precisam ser sobre os diferentes
projetos para o futuro e o presente da cidade.
E, no fim das contas, são sobre isso mesmo! O
voto dado pelos fortalezenses em outubro não
vai apenas escolher o próximo prefeito e as 43
vereadoras e vereadores da cidade, vai decidir
também qual Fortaleza terem…

Ler mais do texto

os, e para quem
ela será governada.
Decisões políticas que vão desde a coleta
e destinação dos resíduos sólidos até a cons-
trução de condomínios em áreas de preservação
ambiental, do modelo de contratação dos traba-
lhadores da saúde e da educação até as licita-
ções para o asfaltamento de ruas, do orçamento
para infraestrutura na periferia até as obras da
avenida Beira Mar – todas estão, ainda que dis-
cretamente, embutidas na escolha que faremos
ao longo dos próximos meses. Cada candidato
e candidata representará um modelo de cidade,
pautado em interesses, sonhos e projetos os
mais diversos, e o PSOL, a REDE e a UP acre-
ditam que esta é a hora de apresentar a cidade
que queremos: a Nossa Fortaleza!
Mas para fazer de Fortaleza algo verdadei-
ramente nosso, não basta governar “em nome
do povo” ou “para o povo”, é preciso apostar
de verdade na cidade que já é feita pelas
pessoas, todos os dias, nas ruas e praças, nas
escolas e comércios, nas igrejas e nos diversos
lugares de culto, nas batalhas de rima e na areia
da praia. Precisamos pensar a cidade a partir
das pessoas, das suas necessidades e sonhos,
das vidas que constroem nos nossos espaços
públicos e privados e no muito mais que elas
poderiam viver, fazer, criar e aproveitar, numa
cidade que fosse realmente delas.
Fortaleza tem o maior PIB do Nordeste, dado
propalado aos quatro ventos por nossos gestores
públicos, sem que se mencione que somos uma
das cidades mais desiguais da América Latina
- quem se favorece de tanta riqueza produzida?
Certamente não o povo de Fortaleza, que a
produz. Os grandes planejadores e executores
4
das transformações pelas quais passamos, os
arquitetos do nosso futuro, revelam em suas
obras faraônicas - em seus portos, rodovias,
fábricas e usinas - que amam “o povo, mas
não enquanto pessoas”, que podem até ter um
lugar para os mais pobres e vulneráveis da nossa
cidade em seus projetos, mas que os veem como
“uma grande massa amorfa, que precisa ser
lavada, tomar um pouco de ar e dispor de diver-
sões, mas não por razões pessoais – apenas para
fazer dele um povo melhor”.
Precisamos humanizar a política em nossa
cidade, fazer com que ela seja sobre as pessoas
reais, e isto começa, é claro, trazendo as pes-
soas para o debate, fazendo com que elas sejam
parte ativa e sujeito do processo de construção
da nossa plataforma política e do nosso projeto
para Fortaleza. O programa “Nossa Fortaleza” foi
construído a muitas mãos, num processo que
reuniu a inteligência de pessoas que dedicaram
suas vidas – na academia, nos movimentos
sociais e no serviço público – a compreender
a fundo os problemas da nossa cidade, e tra-
zendo ao centro a experiência e a sabedoria de
quem sabe na pele a dor e a delícia de viver em
Fortaleza.
Ao ouvir as pessoas, em seus territórios e
comunidades, buscamos levar em conta não
apenas as suas queixas ou diagnósticos sobre
as questões que mais afetam suas vidas, mas
também suas propostas e ideias para fazer de
Fortaleza um pouquinho mais nossa. E foram
dessas ideias, da indignação e da esperança
das pessoas que participaram desta construção,
que extraímos esta plataforma de governo, que
aposta na voz das ruas e no próprio forta-
lezense como o maior ativo da cidade para
solucionar suas grandes contradições e
problemáticas.
Cientes de que não conseguiríamos con-
cluir neste documento o trabalho gigantesco de
pensar todas as tarefas de um governo popular
para Fortaleza – e que esta sequer deveria ser
a nossa pretensão – optamos por apresentar
à cidade uma visão estratégica para o futuro,
e um conjunto de ações prioritárias focadas
em solucionar, na prática, as questões mais
urgentes de Fortaleza, sem perder de vista o
que é estratégico e estruturante para a nossa
gente. Decidimos, através deste plano de
governo, apontar o caminho, sem abrir
mão de, uma vez à frente da Prefeitura de
Fortaleza, trazer as pessoas para o debate,
estudar os melhores caminhos e dar aprofun-
damento aos debates a que damos início com
a campanha. O que apresentamos é um norte
para enfrentar os grandes desafios da cidade
no presente e garantir espaço para que os for-
talezenses retomem para si os rumos do nosso
futuro comum.
Neste documento, indicamos soluções para
colocar Fortaleza a serviço do povo, devol-
vendo às pessoas o direito à cidade, garantindo
a geração de emprego e renda, e de oportuni-
dades de presente e futuro para a juventude,
valorizando o meio ambiente e protegendo os
direitos humanos, para dar condições para que
todos, todas e todes façam parte desta Fortaleza
genuinamente feita por nós. Nossas propostas
são apenas o início de um debate rico e demo-
crático que continuará após as eleições, e com
o povo no poder!
Vem construir com a gente a Nossa Fortaleza!
Fortaleza, 15 de agosto de 2024
Tecio Nunes Salgado
5
Eixo 1 – Direito À Cidade
Cidade é pra gente viver!
O nosso ponto de partida é simples, e talvez
até óbvio, mas é profundamente revolucionário -
uma cidade só serve de alguma coisa se for para
ser lar para pessoas e palco para suas vidas.
A vida urbana não pode se resumir a uma luta
constante pela sobrevivência, onde o desenvolvi-
mento descontrolado afasta os cidadãos do seu
próprio espaço. A cidade deve ser um ambiente
de vida plena, onde cada indivíduo possa encon-
trar não apenas um lugar para morar, mas um
espaço que promova bem-estar, convivência,
cultura e crescimento, que permita a cada um
viver seus valores, sonhos, projetos e crenças e
desenvolver plenamente seu potencial humano.
Muitas vezes, as cidades se tornam arenas
para especulação imobiliária, trânsito caótico
e desigualdade social, afastando os moradores
de seus direitos mais básicos. Em vez de lares
vibrantes, muitos bairros se transformam em
zonas de exclusão, onde a qualidade de vida é
uma promessa distante. As cidades não podem
ser vistas apenas como máquinas para organizar
a produção e concentrar mão de obra e consu-
midores em um modelo capitalista que prioriza
o lucro em detrimento da vida. Essa lógica per-
versa reduz a cidade a um simples local de tran-
sações econômicas, ignorando as complexas
relações sociais e culturais que deveriam ser
o coração pulsante de qualquer centro urbano.
Quando transformamos a cidade em um
espaço voltado exclusivamente para o mercado,
perdemos de vista o que realmente importa: as
pessoas que nela vivem. A cidade deixa de ser
um lar para se tornar um cenário de alienação,
onde as relações humanas são enfraquecidas e
o senso de comunidade se esvai. O resultado é
uma sociedade fragmentada, onde a exclusão
social e econômica é cada vez mais evidente,
e onde o direito à cidade é negado àqueles que
mais precisam. Defendemos que a cidade
deve ser vivida! Ela deve ser mais do que um
aglomerado de prédios e ruas; deve ser um
espaço onde as pessoas possam criar raízes,
construir suas histórias e desenvolver seus
sonhos.
Uma cidade humana é aquela que coloca as
pessoas no centro de suas prioridades, que ofe-
rece espaços públicos de qualidade, serviços
acessíveis e uma infraestrutura que valorize a
convivência, a cultura e a inclusão. Queremos
uma Fortaleza que priorize a vida de seus cida-
dãos em todos os aspectos, valorizando o
acesso igualitário a serviços, cultura, educação
e saúde. Uma cidade onde cada bairro seja um
lugar de encontro, de trocas e de construção de
um futuro coletivo, onde todos possam viver com
dignidade, participação e alegria.
GOVERNANÇA POPULAR
Se essa cidade fosse nossa...
Pensar o direito à cidade na #NossaFortaleza
é sonhar com um lugar onde caibam todas as
trajetórias, todos os sonhos, todas as cores,
crenças e amores – é pensar Fortaleza como a
nossa casa, como um espaço onde nos sentimos
seguros, livres e confortáveis para construir
6
nossas vidas, trabalhar, criar e expressar. Para
que isso seja realidade, no entanto, é necessário
dar às pessoas, ao Povo, o poder de fazer parte,
de forma direta, das decisões que mudam suas
vidas. Não basta que o cidadão de Fortaleza seja
chamado, de quatro em quatro anos, para sair
de casa num domingo e eleger prefeito, vice-pre-
feito e 43 vereadoras e vereadores - nós que-
remos governar essa cidade!
A nossa proposta
Nós acreditamos que é possível devolver
aos fortalezenses o poder de ditar os rumos
da cidade, de decidir quais são as prioridades
da Prefeitura e debater e guiar o nosso futuro
comum. Para isso, precisamos descomplicar o
debate e focar no que é mais importante, enten-
dendo que, para governar de verdade, o Povo tem
que ter poder para decidir: i) como o dinheiro é
gasto; ii) quais projetos viram Lei, e quais não
viram; e iii) quais são as prioridades da gestão.
E para fazer isso, defendemos as seguintes
propostas:
Orçamento Popular Impositivo, de 7%
do orçamento da Prefeitura: As cidadãs e os
cidadãos de Fortaleza poderão destinar direta-
mente 7% do orçamento anual da Prefeitura,
já a partir do primeiro ano de mandato, com
garantia de que as escolhas feitas em cada área
do orçamento popular, construído pelas pes-
soas, em seus territórios e através da internet,
serão executadas. Já em 2025, o valor desti-
nado através do orçamento popular será de
mais de um bilhão de reais.
Iniciativa e Veto Popular Democratizado na
criação das leis: Através de plataforma digital,
a ser desenvolvida em parceria com a Justiça
Eleitoral, a Prefeitura garantirá que os cidadãos
de Fortaleza possam propor projetos de Lei para
tramitar na Câmara Municipal, ou vetem projetos
aprovados pelo Legislativo, obrigando a reali-
zação de plebiscito para decidir sobre a matéria.
A assinatura de 5% do eleitorado (cerca de
90 mil eleitores) será suficiente para propor
ou vetar um projeto de Lei, e a sua autentici-
dade será garantida pela cadeia de verificações
desenvolvida pela Prefeitura, a partir dos dados
eleitorais do Poder Judiciário.
Sistema Municipal de Governo Popular:
Cada regional da cidade terá um conselho deli-
berativo eleito diretamente pelos cidadãos,
nos bairros e territórios, que fiscalizará a sua
respectiva secretaria regional, com poder para
requisitar documentos e informações, aprovar
ou rejeitar o orçamento proposto pela secretaria
para o ano seguinte e participar da elaboração e
definição das políticas públicas municipais. Os
conselhos regionais farão parte de um sistema
integrado, liderado pela Secretaria Especial
de Governança Popular e pelo Conselho da
Cidade, ajudando a coordenar o Orçamento
Participativo e as iniciativas de participação
popular.
E dá pra fazer!
Nossas propostas podem até parecer radi-
cais, mas não são difíceis de implementar.
Você sabia que a Lei Orgânica do Município
de Fortaleza (a “Constituição” da cidade)
já prevê a obrigatoriedade do Orçamento
Participativo, a Iniciativa Popular de Projetos
de Lei e o Veto Popular?
A Constituição do Brasil, conhecida como
“constituição cidadã”, prevê um modelo de
democracia semidireta que determina que
o Povo exerça o poder tanto indiretamente –
elegendo parlamentares e gestores públicos –
quanto diretamente, por meio dos chamados
instrumentos de democracia direta, como
plebiscitos, referendos, projetos de Lei de inicia-
tiva popular etc. A Lei Orgânica do Município de
Fortaleza aprofundou ainda mais essas possibi-
lidades, garantindo ao nosso povo a capacidade
de intervir diretamente no governo.
No seu artigo 5º, a LOM prevê “a iniciativa
popular de lei, o plebiscito, o referendo, o orça-
mento participativo e o veto popular” como
“formas de assegurar a efetiva participação do
povo nas definições das questões fundamentais
de interesse coletivo”, e a própria Lei Orgânica
estabelece os critérios e as regras para que o
Povo exercite os seus poderes democráticos.
Mas, então, por que a gente nunca ouviu falar
disso? Por que a cidade não usa sempre esses
instrumentos para garantir que a vontade
do Povo prevaleça? Isso, é claro, passa por
decisões políticas de quem está no poder, que
faz de tudo para que seja muito difícil acessar
estes instrumentos. Mas nós temos um plano
para garantir que, à frente da Prefeitura, vamos
devolver ao Povo o governo de Fortaleza:
Orçamento Popular Impositivo, de 7%
do orçamento da Prefeitura: A gestão se
7
comprometerá a enviar, nos 4 anos de man-
dato, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA)
contemplando 7% de decisões impositivas do
orçamento participativo, setorizadas e em obe-
diência aos critérios constitucionais de desti-
nação de recursos, e enviará Projeto de Emenda
à Lei Orgânica prevendo a ampliação do orça-
mento participativo para 7% do orçamento anual
total, ao invés dos 1% hoje previstos, bem como
instrumentos para garantir sua impositividade.
Iniciativa e Veto Popular Democratizado
na criação das leis: A Prefeitura desenvolverá
plataforma digital que torne mais simplificada
a coleta e a certificação de assinaturas para
a apresentação de projeto de Lei de iniciativa
popular, bem como de veto popular a projetos de
Lei aprovados no Parlamento. Hoje, o processo
de conferência das assinaturas dos eleitores
é extremamente complexo, tornando pratica-
mente impossível o uso desses instrumentos.
Em cooperação técnica com o TRE/CE e com a
União, através da plataforma gov.br, criaremos
cadeia verificadora que garantirá a procedência
das assinaturas e tornará muito mais simples o
acesso a instrumentos de democracia direta.
Sistema Municipal de Governo Popular:
Enviaremos Projeto de Lei à Câmara de
Vereadores, ainda nos primeiros 100 dias de
governo, prevendo a criação dos Conselhos
Populares Regionais e suas competências, tendo
como modelo outros conselhos deliberativos já
criados por Lei em Fortaleza. Criaremos, ainda,
a Secretaria Especial de Governo Popular e vin-
cularemos a ela o, já existente, Conselho da
Cidade.
Viu só? Uma Fortaleza governada pelo Povo
não é um sonho ou uma fantasia! Juntos, vamos
construir uma cidade com espaço para todos, o
poder real para as pessoas. Vamos construir a
#NossaFortaleza!
SEGURANÇA PÚBLICA
Direito à cidade para VIVER a cidade!
Não dá pra continuar negando: a Prefeitura
tem um papel na segurança pública! Se no nosso
sistema federativo é aos Estados que cabe
o policiamento ostensivo e investigativo e ao
Governo Federal as funções mais estratégicas
para a segurança nacional, é de responsabili-
dade dos municípios garantir aos seus cidadãos
o direito de fazer da cidade um lar, de viver o
espaço urbano, público e privado, e de exercitar
seus direitos num ambiente saudável e livre. No
atual contexto, que pede pela redefinição do
pacto federativo em torno da segurança pública,
acreditamos que Fortaleza pode contribuir muito
mais, e ajudar até mesmo a pautar o debate,
a partir de uma perspectiva popular e radical-
mente humanista, que coloque as pessoas -
todas as pessoas - no centro do debate.
A nossa proposta
Ao pensar de forma integrada e estratégica,
abordando a problemática pela raiz, a Prefeitura
poderá se valer de suas competências, recursos
e instituições para desenvolver um papel chave
em devolver ao fortalezense o direito à cidade,
à segurança e à vida plena. É necessário com-
binar firmeza com inteligência e respeito inarre-
dável aos direitos e à Constituição, integrando
esforços e contribuindo tanto para o debate
quanto para a ação efetiva. Nesse sentido, apre-
sentamos a seguinte estratégia integrada:
Inteligência para a segurança cidadã: Será
criado um setor de inteligência focado no diag-
nóstico efetivo, para o combate à violência e à
criminalidade em Fortaleza, a partir da perspec-
tiva de quem conhece melhor a cidade e os seus
territórios: a Prefeitura. O setor será formado
por quadros capacitados através de parcerias
com instituições de referência, como a ABIN
e a Polícia Federal, e atuará no tratamento de
dados obtidos através do videomonitoramento,
da atuação da Guarda Municipal e da atuação da
Prefeitura na área de políticas públicas sociais,
para um diagnóstico efetivo da cidade, em todas
as suas dimensões. O órgão deverá atuar na
colaboração em inteligência com a Polícia Civil,
Militar e Federal. Este será o Programa Municipal
Integrado De Inteligência Em Segurança Cidadã
(PISC).
Ocupa Fortaleza! Proteção social, para
combater as causas profundas da violência:
Precisamos agir, de acordo com a realidade de
cada território, para garantir alternativas eco-
nômicas e sociais ao faccionamento, ao tráfico
de drogas e ao crime organizado. É necessário,
nesse sentido, implantar em cada bairro da
cidade, e levando em conta a realidade de terri-
torialização e seus efeitos sobre o deslocamento
dos moradores da periferia, equipamentos des-
tinados a garantir o acesso à política pública
de assistência social (através de atendimentos
8
dos CRAS e CREAS), juventude, cidadania, cul-
tura, esporte e lazer, bem como de geração de
emprego e renda e incentivo ao empreendedo-
rismo, sempre levando em conta os potenciais
concretos de desenvolvimento econômico do
território, as demandas do mercado de trabalho
e os setores de indústria e comércio com poten-
cial para crescimento.
Combate ao crime organizado com asfixia
financeira e logística: É necessário uma polí-
tica efetiva, a partir do papel da Prefeitura, para
combater o Crime Organizado na cidade. A
partir dos dados e diretrizes obtidos através do
Programa Municipal Integrado De Inteligência
Em Segurança Cidadã (PISC), o Município pode
atuar no sufocamento econômico das atividades
ilícitas que dão sustentação ao crime organi-
zado onde quer que elas ocorram, rastreando,
inclusive, aqueles que mais lucram e que não
se encontram nos territórios vulnerabilizados
E dá pra fazer!
Segurança cidadã é coisa séria, e não adianta
instrumentalizar o debate, propor soluções
vazias e inexequíveis e continuar deixando a
população de Fortaleza à mercê do medo e da
insegurança. Por isso, apresentamos propostas
sérias e exequíveis. Olha só como é possível
fazer o que estamos propondo:
Inteligência para a segurança cidadã: A
criação de setor de inteligência da Secretaria da
Segurança Cidadã dependeria, essencialmente,
da seleção e alocação de quadros estatutários
da Guarda Municipal, cujo treinamento seria via-
bilizado por Acordo de Cooperação Técnica com
a Polícia Federal, a ABIN e outros órgãos expe-
rientes. O financiamento, que não seria de valor
elevado, pode ser suplementado com recursos
do Programa Nacional de Segurança Pública com
Cidadania (PRONASCI), do Ministério da Justiça
e Segurança Pública.
Ocupa Fortaleza! Proteção social, para
combater as causas profundas da violência:
São diversos os modelos em todo o país de equi-
pamentos desta natureza, tais como as Usinas
da Paz (Pará), os COMPAZ (Pernambuco), os
NAPAZ, as CAJUs e os CUCAs (Ceará), entre
outros. Através da atuação em rede e inte-
grada, será possível administrar uma política
eficaz, que aproveite os equipamentos já exis-
tentes e recursos já destinados pela Prefeitura
de Fortaleza e a integração com equipamentos
estaduais e federais. Para garantir a ampliação
da rede e sua sustentabilidade, buscaremos
recursos junto ao Governo Federal por meio do
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)
e d

Baixar o documento no TSE
Arquivo dentro do pacote: 2024CE60002272325_01.pdf

Redes sociais declaradas

Endereços informados pelo próprio candidato no registro da candidatura. O TSE não verifica esses links, e este site também não — podem estar desatualizados ou fora do ar.

Nenhuma matéria deste site menciona este candidato até o momento.

Nenhuma matéria externa foi localizada para este candidato.

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Mais votados nesta disputa

Comparativo: Prefeito em 2024 (FORTALEZA / CE)

CHICO MALTA
2º
CHICO MALTA PCB
1.205 votos

Candidatos Relacionados

Origem dos dados desta página

Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.

Tribunal Superior Eleitoral — Dados Abertos
Candidaturas, votação apurada, bens declarados, despesas de campanha, coligações, redes sociais, propostas de governo, cassações e situação do registro
Câmara dos Deputados — Dados Abertos
Projetos apresentados, comissões, votações nominais, presença em sessões e cota parlamentar
Senado Federal — Dados Abertos
Projetos, comissões, votações e cota do exercício parlamentar
Tribunal de Contas da União
Responsáveis inabilitados para cargo em comissão ou função de confiança
Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência
Cadastro de empresas e pessoas inidôneas e suspensas de licitar (CEIS)
Ranking dos Políticos (ONG independente)
Nota do Conselho de Leis e selo de Parlamentar Premiado — opinião de terceiro, não dado oficial