CLEBER RABELO - PSTU - GOVERNADOR

CLEBER RABELO é candidato(a) a Governador pelo PSTU em Pará (PA) nas Eleições 2026.

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CLEBER RABELO

JOSE CLEBER BARROS RABELO

Cargo Atual: GOVERNADOR
Número da Urna: 16
Candidatura: 2026

Espectro político

Toque em uma faixa para entender o que ela significa

Extrema esquerda Direita conservadora

PSTU

Classificação editorial deste site, baseada na atuação NACIONAL do partido no Congresso e no seu programa oficial. Não é dado do TSE e não descreve a pessoa: descreve a legenda pela qual ela concorreu. Em eleições municipais e estaduais, partidos de polos opostos costumam se aliar.

Dados do candidato

Data de nascimento
13/11/1972
Gênero
MASCULINO
Estado civil
CASADO(A)
Grau de instrução
ENSINO MÉDIO COMPLETO
Ocupação declarada
ELETRICISTA E ASSEMELHADOS
Estado de nascimento
MA

Informações declaradas ao TSE no registro da candidatura, publicadas nos dados abertos da Justiça Eleitoral.

R$ 13.500,00 (2018)
R$ 30.000,00 (2020)
R$ 40.000,00 (2022)
R$ 52.292,00 (2026)
Patrimônio declarado
-
Gastos de mandato
-
Presença em sessões
0
Projetos apresentados

Evolução e Histórico Político

Evolução da Votação por Eleição

Comparativo: Governador em 2022 (PA)

Votação nominal do candidato ao lado dos três mais votados no mesmo cargo, ano e unidade eleitoral.

Total apurado, 2º turno Aguardando o início da apuração do 2º turno.

2026 - GOVERNADOR

PSTU | UF: PA

Votação Obtida: 0 votos

2022 - GOVERNADOR

PSTU | UF: PA

Votação Obtida: 5.053 votos (NÃO ELEITO)

2020 - PREFEITO

PSTU | UF: PA

Votação Obtida: 1.026 votos (NÃO ELEITO)

2018 - GOVERNADOR

PSTU | UF: PA

Votação Obtida: 22.414 votos (NÃO ELEITO)

2016 - PREFEITO

PSTU | UF: PA

Votação Obtida: 1.919 votos (NÃO ELEITO)

2010 - GOVERNADOR

PSTU | UF: PA

Votação Obtida: 41.514 votos (NÃO ELEITO)

Declaração Patrimonial Recente

Evolução do Patrimônio Declarado

Ano Tipo Descrição Valor
2026 Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. FIAT ARGO DRIVE 1.3 2018 R$ 52.292,00
2022 Outros bens móveis CARRO COBALT 1.4 ANO 2014 R$ 40.000,00
2020 Outros bens móveis carro Cobalt Chevrolet 1.4 ano 2014 R$ 30.000,00
2018 Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc. R$ 13.500,00
Patrimônio total declarado (2018): R$ 13.500,00
Patrimônio total declarado (2020): R$ 30.000,00
Patrimônio total declarado (2022): R$ 40.000,00
Patrimônio total declarado (2026): R$ 52.292,00

Prestação de Contas e Gastos

Situação cadastral pública da Receita Federal, via BrasilAPI. Não indica irregularidade na despesa em si, apuração de eventual superfaturamento ou fraude cabe aos órgãos de controle.

Mandato (Gastos CEAP)

Sem despesas de mandato registradas.

Gastos de Campanha

Detalhamento por tipo de despesa
Tipo de despesa Total %
Serviços prestados por terceiros 2022 R$ 11.320,00 16,6%
Serviços advocatícios 2022 R$ 4.500,00 6,6%
Publicidade por materiais impressos 2022 R$ 4.400,00 6,4%
Serviços contábeis 2022 R$ 2.500,00 3,7%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo 2022 R$ 1.700,00 2,5%
Publicidade por adesivos 2022 R$ 533,50 0,8%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito 2022 R$ 44,00 0,1%
Serviços prestados por terceiros 2020 R$ 6.349,55 9,3%
Publicidade por materiais impressos 2020 R$ 3.487,50 5,1%
Serviços contábeis 2020 R$ 2.000,00 2,9%
Serviços advocatícios 2020 R$ 2.000,00 2,9%
Publicidade por adesivos 2020 R$ 72,00 0,1%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito 2020 R$ 52,25 0,1%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo 2018 R$ 18.500,00 27,1%
Serviços prestados por terceiros 2018 R$ 6.000,00 8,8%
Publicidade por materiais impressos 2018 R$ 4.840,00 7,1%
Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de crédito 2018 R$ 56,85 0,1%
Total geral R$ 68.355,65 100%
Maiores fornecedores
Fornecedor Lançamentos Total
Gustavo Henrique Aragão Lima 1 R$ 18.500,00
Gustavo Henrique Aragão Lima 2 R$ 12.820,00
Multigráfica Serviços Gráficos Ltda 10 R$ 9.798,50
Anacely De Jesus Rodrigues 2 R$ 6.500,00
Albiero Amaral Gomes Villela Sociedade De Advogados 1 R$ 6.000,00
Raimundo Nonato Cardoso Valente 2 R$ 3.350,00
Bianca Brabo Cancio 2 R$ 2.689,55
Daylane Bezerra Dos Santos 1 R$ 2.500,00
Wellingta Josyane Siqueira Macedo 1 R$ 2.160,00
João Maria Da Silva 1 R$ 2.000,00

Receitas de Campanha

Doações declaradas pelo próprio candidato/comitê ao TSE. A existência de uma doação não indica irregularidade, financiamento de campanha é lícito e regulado por lei; consulte o Tribunal Superior Eleitoral para o histórico oficial completo.

Por origem
Tipo de despesa Total %
Recursos de partido político 2022 R$ 25.000,00 33,7%
Recursos de partido político 2020 R$ 13.300,00 17,9%
Recursos de pessoas físicas 2020 R$ 700,00 0,9%
Recursos de partido político 2018 R$ 30.020,00 40,5%
Recursos de pessoas físicas 2018 R$ 3.000,00 4,0%
Recursos próprios 2018 R$ 2.193,20 3,0%
Total geral R$ 74.213,20 100%
Maiores doadores
Doador Lançamentos Total
Direção Nacional 3 R$ 38.300,00
Direção Nacional 2 R$ 29.420,00
Jose Cleber Barros Rabelo 2 R$ 1.693,20
Bianca Brabo Cancio 1 R$ 1.000,00
Bruno Gomes Terribas 1 R$ 700,00
Direção Estadual/distrital 1 R$ 600,00
Ana Lúcia Souza Da Silva 1 R$ 500,00
Aurinor Gama Marques 1 R$ 500,00
Alex Pinheiro 1 R$ 500,00
Antonio Sergio Vasconcelos Darwich 1 R$ 500,00

Projetos de Lei Apresentados

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Presença e Votos em Plenário

Nenhum voto em plenário registrado para este político.

Frequência nas Sessões Ordinárias

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Participação em Comissões e Órgãos Legislativos

Não há fonte pública para este cargo. A Câmara dos Deputados e o Senado publicam a atuação apenas dos próprios parlamentares; as assembleias legislativas estaduais e as câmaras municipais não mantêm base equivalente em formato aberto. A ausência de informação aqui não diz nada sobre a atuação desta pessoa.

Situação do registro da candidatura

Ano Julgamento Teto legal de gasto
2026 AGUARDANDO JULGAMENTO R$ 11.562.724,00
2022 DEFERIDO R$ 11.562.724,00
2020 DEFERIDO R$ 161.125.997,00
2018 DEFERIDO R$ 9.100.000,00

Proposta de governo

Trecho extraído do documento entregue ao TSE, sem resumo nem edição. O texto integral está no arquivo original, pelo botão abaixo.

Programa de governo — eleição de 2026 40 páginas

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POR UM PARÁ DA CLASSE TRABALHADORA E DOS POVOS DA
AMAZÔNIA: ROMPER AS ENGRENAGENS CAPITALISTAS!

O Pará é um dos estados mais ricos do Brasil, e tem 80% de sua extensão coberta pelo
bioma amazônico. Apesar da riqueza, a grande maioria da população vive em condições
precárias, sem acesso aos serviços públicos de qualidade, com salários muito baixos ou
sem empregos, com uma juventude sem perspectiva de futuro.
Existe um verdadeiro fosso social separando os bilionários dos trabalhadores e
do povo pobre. Enquanto a burguesia e seus governos comemoram os grandes índices
da economia, o…

Ler mais do texto

estado continua campeão dos piores índices nacionais nos mais diversos
parâmetros sociais.
Em 2025 a economia paraense teve um crescimento de 4,51%, superando
expressivamente a média brasileira de 2,29%. O PIB estadual foi impulsionado pelo setor
agropecuário (11,13%) e a construção civil, que registrou uma impressionante expansão
de 71,28%, embalada pela COP 30; já as exportações somaram US$ 24,23 bilhões.
As desigualdades sociais e econômicas são brutais porque toda essa riqueza é
desviada para grandes empresas e bancos, que estão bilionários, enquanto aqueles que
a produzem e protegem nossos biomas vivem sob precarização, violência e insegurança.
Além dessa riqueza ser apropriada pelos poderosos, ela é construída às custas da
destruição da floresta, dos rios, dos povos originários e ribeirinhos. Desmatamento,
incêndios, contaminação dos rios e igarapés com mercúrio, trabalho análogo à
escravidão são a marca registrada da acumulação capitalista no Pará.
O clã Barbalho historicamente governa o estado para as mineradoras e o
agronegócio, sendo ele mesmo latifundiário de terras griladas. Por isso, apesar de
vender para o mundo a imagem de governador ecológico durante a COP 30, Helder
Barbalho é um dos principais responsáveis pela destruição da floresta amazônica e do
povo que nela vive, deixando a máscara cair quando vibrou entusiasticamente pela
aprovação do “Projeto de Lei da Devastação”, ao lado de ruralistas e políticos locais.
Acompanhou a votação na mesa de Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados,
que agradeceu seu empenho pela aprovação do projeto que reduz os limites da Floresta
Nacional do Jamanxim em 486 mil hectares para viabilizar a Ferrogrão e beneficiar o
agronegócio. Foi um “negócio de família” com Priante sendo o relator na Câmara e Jader
Barbalho o relator no senado, ambos do MDB e com relação de tio e sobrinho.
Helder é aliado de Lula, que também governa em prol do grande agronegócio.
Lula autorizou a exploração de petróleo na Margem Equatorial, e não vetou o projeto do
Marco Temporal, aprovado na Câmara. Vem avançando no projeto de privatização das
hidrovias do rio Tapajós, ameaçando povos indígenas, ribeirinhos e comunidades
tradicionais.
Como parte da Frente Ampla do governo Lula-Alckimin, Helder tem atendido os
capitalistas aplicando a mesma cartilha neoliberal. Para atender o setor do agronegócio
tem facilitado a entrega de terras do estado do Pará, que avança sobre os territórios
indígenas, ribeirinhos, quilombolas e de camponeses, sem contar os grandes
investimentos financiado pelos bilhões do Plano Safra o que se combina com o aumento
do desmatamento.
Helder tem atendido o agronegócio e a mineração também com diversos
empreendimentos e obras, sem consulta livre prévia e informada, desconsiderando as
populações que vivem no território em favor do lucro capitalista. Além disso, fundou a
2

Delegacia do agronegócio, chamada Deleagro, para defender a propriedade privada do
agro, dos grileiros e latifundiários, favorecendo ainda mais a criminalização dos
movimentos sociais e perseguição de suas lideranças. A política de ataque à educação
indígena, quilombola e dos povos tradicionais, sem infraestrutura e com déficit de
profissionais, foi uma marca de seu governo.
Por sua vez, o bolsonarismo no Brasil e no Estado não esconde o que deseja:
destruir de vez a floresta, liberar agrotóxicos proibidos e acabar com os povos
originários. E na cidade, seus representantes defendem a destruição física do povo pobre
da periferia através da violência policial. Além de defender um governo nacional em total
submissão ao imperialismo de Trump, alentando o desejo de receber o apoio para um
golpe militar no país, projeto que continua tão vivo quanto Bolsonaro e o bolsonarismo.
Já a esquerda da ordem se encontra cada vez mais enrolada em sua política de
acender uma vela a Deus e outra ao Diabo. É o caso de alguns setores do PSOL, que se
colocam contra o arcabouço fiscal, a favor do fim da 6×1 e da redução da jornada, contra
as privatizações e pelo controle estatal dos nossos recursos naturais, mas vão chamar o
voto em Lula no primeiro turno. Dizem ser contra a política de Lula, mas reforçam a
confiança no governo do PT em frente ampla com a burguesia e setores do imperialismo,
sempre em nome de um suposto combate ao bolsonarismo e a extrema direita. Na
verdade, com essa política nem enfrentam a direita coerentemente e nem lutam de
verdade pela pauta que dizem defender. São apenas úteis para blindar um governo
capitalista, mantendo os trabalhadores reféns do projeto burguês de conciliação de
classes.
Para mudar de verdade a vida do povo trabalhador, nestas eleições o PSTU
apresenta candidaturas alternativas, antissistema e socialistas ao governo federal, aos
governos estaduais e ao parlamento pelo Brasil a fora. Com um programa para romper
as engrenagens capitalistas, disputaremos a consciência da classe trabalhadora e dos
povos originários e oprimidos. Com Hertz Dias à presidência e Vanessa Portugal à vice,
no Pará apresentamos Cleber Rabelo e Well Macedo ao governo do estado, para
rompermos com o ciclo de falsas alternativas burguesas que vem levando o país à
decadência e à barbárie, sendo a única forma de apontar no horizonte uma saída de fato
para a classe trabalhadora e a população mais pobre e oprimida.
Apresentaremos um programa para as principais necessidades dos trabalhadores
e o povo pobre, fazendo um chamado à que eles façam da luta por seus direitos e uma
vida minimamente digna, uma luta contra o capital, a burguesia e seus governos, uma
luta pelo poder.

PROGRAMA

1. TRABALHO, EMPREGO E RENDA
Enquanto cria apenas 10 mil postos de trabalho formal neste ano, o Pará amarga o
segundo maior índice de informalidade do país, com cerca de 56, 5% de trabalhadores
atuando nas condições precárias do trabalho informal. Com renda abaixo da média
regional, o estado concentra alguns dos piores indicadores do mercado de trabalho
nacional, segundo o IBGE. A taxa anual de desemprego é a maior da região norte, com
uma taxa de desocupação em torno de 8,7% na primeira metade de 2025 e chegando ao
final com 6,7%, com Belém representando a maior parte dessas médias. As pesquisas
mostram, também, a subutilização da força de trabalho (quem trabalha menos horas do
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que gostaria e quem está disponível para trabalhar, mas não buscou emprego
ativamente). No Pará, essa taxa chegou a 21,7% no primeiro trimestre de 2026, acima
da média nacional de 14,3% e da própria Região Norte, de 17,9.
Quanto a renda dos trabalhadores paraenses, também é desfavorável. O
rendimento médio no estado foi de R$ 2.528 no primeiro trimestre de 2026, levemente
inferior ao observado no último trimestre de 2025 (R$ 2.609), valor inferior à média da
Região Norte (R$ 2.849) e bem abaixo da média nacional (R$ 3.722). O Pará foi o único
estado da região Norte a não registrar crescimento de renda na comparação entre os
primeiros trimestres de 2025 e 2026, sendo que de 2023 até hoje o rendimento médio
acumulou alta de apenas 7,5%.
Em um estado com 8,7 milhões de pessoas, sendo que só na capital são cerca de
1,4 milhão, em 2025 apenas 1,5 milhão de trabalhadores possuem registro formal
(incluindo funcionários públicos). Enquanto o percentual de paraenses sem nenhum
vínculo formal de trabalho é de 2 milhões de pessoas, mais de 19 pontos acima da média
nacional de 37,3% e acima também da Região Norte, onde o índice foi de 50,9%. E
desses, 37% trabalham na superexploração da escala 6X1.
Os setores que se destacam no mundo do trabalho no Pará são Agronegócio e
Serviços, responsáveis pelo crescimento da renda média dos trabalhadores no estado. O
setor de Infraestrutura e Concessões vem despontando com Grandes obras e concessões
rodoviárias, como a Rota do Pará. Outro setor que se mantém em destaque é a
Mineração, principalmente em Parauapebas, Marabá e Canaã dos Carajás.
A indústria no Pará representa apenas 25% do PIB estadual, porém, centrada em
sua maioria na extração de minério, com baixíssimo valor de transformação. Cerca de
10% são de transformação, mas 7,4% são de alimentos e bebidas e apenas 3,5% são da
metalurgia.

—Fim da escala 6×1 sem redução de salários e direitos, sem pejotização e sem
demissões;
— Redução da jornada de trabalho para 36hs, sem redução dos salários e sem
flexibilização de direitos, rumo à escala móvel de horas de trabalho (pleno emprego);
— Aumento de 100% no salário-mínimo, rumo ao salário-mínimo calculado pelo DIEESE;
— Bolsa equivalente a um salário-mínimo para trabalhadores desempregados enquanto
não houver pleno emprego
— Plano estadual de obras públicas voltado à geração de empregos, com infraestrutura
ambiental;
— Revogação da Reforma Trabalhista;
— Revogação da Reforma da Previdência;
— Com relação às plataformas de aplicativos:
a) Reconhecimento do vínculo empregatício;
b) Garantia de todos os direitos: previdência, férias, 13º, descanso remunerado, seguro
contra acidentes, licença-maternidade proteção social efetiva;
c) Regulamentação sem direitos é fraude! Não ao PLP 152 que legaliza a precarização!
d) Contra jornadas exaustivas! Piso salarial para carga horária mínima logada de 36 horas
e remuneração mínima por corrida/entrega ou serviço prestado para jornadas menores
que 36 horas;
e) Fiscalização pública das condições de trabalho nas plataformas digitais. Contra as
punições arbitrárias!
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2. SEGURANÇA PÚBLICA
A segurança pública no Brasil é determinada pela Constituição Federal de 1988 como
direito a ser garantido pelo Estado a todos os cidadãos brasileiros e estrangeiros aqui
residentes. Mas hoje, em nosso país tudo o que os brasileiros e aqueles que aqui moram
não têm é segurança.
Todas as pesquisas de opinião mostram que a principal preocupação da
população brasileira é com segurança, ou a falta dela, e sua principal consequência, a
violência generalizada. Aproveitando-se dessa situação, a extrema direita avança em sua
pauta reacionária, como a diminuição da maioridade penal de 18 para 16 anos, já
aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, promete medidas
semelhantes às de Bukele em El Salvador com a construção de megas prisões para
duplicar o encarceramento em massa da população pobre e negra, ao mesmo tempo
que pede à Trump intervenção em nosso país através da denominação das facções do
narcotráfico como organizações terroristas. Apoia declaradamente a medida na
Venezuela, inclusive solicitando ação semelhante no Brasil, e solicitação que faça o
mesmo no Brasil.
O Pará sempre foi um dos estados mais violentos da nação. Seja na criminalidade
da cidade, seja no histórico derramamento de sangue na luta pela terra no campo, ele
sempre encabeçou as estatísticas nesse quesito. Os anos de pico da violência letal no
Pará neste século ocorreram entre 2016 e 2018, culminando em 2018 com cerca de
4.720 mortes violentas intencionais (MVI). Em 2018 estava em primeiro lugar no rank da
violência letal, com a cidade de Ananindeua sendo considerada a cidade mais violenta e
perigosa do Brasil e uma das dez mais violentas do mundo.
Apesar de a partir de 2019 ter ocorrido uma diminuição dessas mortes violentas,
com 3.554 mortes e em 2022 3.031, o que se observa é a continuidade de um número
muito alto de assassinatos no estado do Pará. Em 2023 foram 2.676, o que corresponde
a 46,8% do total da Região Norte (5.715) e 5,7% do país (46.328).
Enquanto o Boletim de Segurança Paraense de 2025 festeja esse dado como o
menor da série histórica, a violência com morte no estado continua alta com o estado
ocupando o 7º lugar nacional em 2023, e com certeza quem sofre com essas perdas é o
povo pobre negro e periférico da região.
Quanto ao perfil das vítimas, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2020-
2024 revela que no Pará de 2021 a 2023 as vítimas foram majoritariamente do sexo
masculino (cerca de 92%), negros, com variações de 60,9% (2021), 85,35% (2022) e
19,02% (2023) e com faixa etária de 18 a 34 anos (58%), de cor preta ou parda, com baixa
escolaridade. Hoje essa faixa etária está ainda mais jovem, com jovens entre 12 e 29
anos sendo as principais vítimas.
O Anuário de 2026 com os dados de 2025 traz dados semelhantes, sendo que a
violência contra a mulher só piora. O feminicídio aumentou em 4% no país, com1.571
vítimas e a região norte sendo campeã. No Pará, o aumento foi de 21 % (63 casos). As
tentativas de feminicídio também continuaram a crescer em 2025 no país inteiro. Foram
4.189 mulheres sobreviventes, um aumento de 5,9% em relação a 2024, ou seja, para
cada feminicídio consumado registrado no país em 2025 houve quase três tentativas.

Violência de gênero
A violência que mais cresce no estado é contra a mulher:
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— Violência doméstica (lesão corporal): o Pará teve aumento de 620 casos. Entre o
período de 2019-2023, enquanto o Brasil teve uma diminuição de 8.989 casos deste tipo
de violência, o estado registrou crescimento de 5.173 casos, cerca de 49%, registrando
57 casos de feminicídio em 2023. Esse número representou um aumento em relação aos
anos anteriores (54 casos em 2022). Liderou o número absoluto de mortes por esse
crime na região da Amazônia Legal. Em 2024 houve uma queda de 12,28%, 50 casos, o
que é insignificante. Já em março de 2026, foi registrado um aumento de 76% nos
registros gerais de violência contra a mulher no estado.
— Violência sexual: entre os dez municípios do Pará com maior número de vítimas de
violência sexual, Belém está na primeira colocação. Em 2023, foram registrados 1.618
casos de violência sexual na capital. Além de Belém, as cidades de Santarém, Altamira e
da região dos Carajás estão entre aquelas com os maiores índices (245).
Um dado chocante da violência sexual no Pará é o da faixa etária: em 2023 a
maioria dos casos foi na faixa de 10 -14 anos de idade (1.651 casos), seguida das faixas
de 15 a 19 (652) e 5 a 9 anos (645). Entre 2019 e 2023 essa violência aumentou para
todas as idades, em 51, 88%. A análise da violência sexual por cor/raça aponta que mais
de 85% das vítimas são de cor/raça preta. Em 2019, estas corresponderam a 85,88% do
total e em 2023 o registro foi de 87,15%.
Quanto ao sexo, a grande maioria dos casos foram cometidos contra pessoas do
sexo feminino, 89,82% (2019) e 91,81% (2023). Crianças e adolescentes são as principais
vítimas, correspondendo a 83% do total em 2023, sendo que entre 2019 e 2023, a idade
ficou entre 0 e 17 anos.
Uma das maiores violências sexuais contra mulher e vulneráveis, o estupro, só
tem aumentado no Pará. Em 2019 o número de vítimas foi de 3.591, já em 2023 foram
registradas 5.559 vítimas, um crescimento de 1.968. Em 2024, o Ligue 180 registrou um
salto de 56,8% a mais, o que coloca o Pará acima do índice nacional nesse tipo de crime.
As mulheres são mais acometidas por estupro do que os homens. Em 2023 o sexo
feminino representou 90,41% das vítimas e o masculino 8,71%, sendo que em 99% dos
casos o abusador é homem. Padrastos, tios e pais são os principais abusadores.

Homicídios
O Brasil, historicamente, é campeão de homicídios na América do Sul e possui uma das
mais altas taxas mundiais. E o Pará sempre figura com um dos maiores índices no Brasil.
Entre 2017 e 2018 a taxa de mortes violentas no Pará foi de quatro mil. Apesar de a partir
de 2019 se ver uma queda geral nos índices pelo estado, como em Belém e Ananindeua
(campeões no período anterior), alguns municípios importantes no cenário estadual,
como Santarém, Paragominas e Redenção, tiveram aumento. Pessoas de cor parda
lideram os índices de homicídios, sendo 83,8% dos casos em 2023.
Segundo o Atlas da Violência 2026, o Pará tem 10 municípios entre os mais
violentos do Brasil. Marituba destaca-se como o mais violento do estado, integrando o
ranking nacional com uma taxa de 55,5 mortes violentas para cada 100 mil habitantes.
Altamira é o segundo lugar mais violento do Brasil.
Outras cidades figuram com altos índices de violência, como Marabá e Itaituba,
e cidades pequenas como Cumaru do Norte, Floresta do Araguaia e Mocajuba também
apresentam taxas alarmantes, impulsionadas principalmente por conflitos agrários e
atividades de garimpo. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou dados
semelhantes.
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Especialistas em segurança pública explicam que mesmo que a taxa geral de
homicídios tenha caído no Pará em relação a 20218-2019, quando atingiu os maiores
níveis do Brasil, o estado segue estratégico para diversas dinâmicas criminais, como
tráfico de drogas e conflitos agrários, com cada município tendo suas causas próprias
para o aumento da violência. Marituba e Belém teriam relevantes marcas de conflitos
envolvendo disputa de territórios por parte de facções, principalmente. Itaituba, Cumaru
do Norte, dentre outras, a violência já se expressa em forte conflitos agrários, com
grilagem e invasões de terra.
O Atlas mostra que do ponto de vista nacional, as maiores taxas de homicídios
foram observadas no Amapá, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Ceará. A concentração da
violência está claramente no Nordeste, com 17 dos 20 municípios mais violentos estando
nessa região. Já as 20 cidades menos violentas, com mais de 100 mil habitantes, estão
concentradas apenas nas regiões Sul e Sudeste.

Violência no Campo
É no campo que se concentram os mais altos índices de violência letal do estado. A
Comissão Pastoral da Terra (CPT) também apresentou seus dados sobre violência no
Pará, recentemente. O estado aparece como segundo com maior índice de conflitos no
campo no Brasil, atrás apenas do Maranhão.
Dentre muitos dados, o Relatório destaca: aumento de assassinatos, onde o
número de mortes em decorrência de disputas agrárias dobrou de 13 para 26
assassinatos registrados em um ano; volume de conflitos, com notificações de 179
ocorrências formais de disputas envolvendo terra, água ou trabalho escravo; impacto
nas famílias, onde mais de 25 mil famílias sofrem diretamente as consequências da
violência rural no estado.
Um dado em destaque é o número de conflitos por água, onde o Pará é líder
nacional, registrando 21 disputas severas pelo acesso e uso da água. As principais causas
desse tipo de combate são majoritariamente a contaminação ou barramento de rios
provocados pela mineração ilegal, grandes mineradoras e avanço do garimpo,
mostrando uma dinâmica entre violência no campo e destruição do meio ambiente.
As mortes e ameaças concentram-se principalmente nas regiões Sul e Sudeste do
Pará, com a maior parte das agressões, expulsões e episódios de pistolagem sendo
protagonizada por grileiros, fazendeiros e madeireiros ilegais contra povos indígenas,
quilombolas e posseiros. Foi esta realidade que recebeu a COP 30 na Amazônia, que não
serviu em nada para mudar esse quadro.
Três anos antes, o Relatório da Comissão Arns intitulado “Pará – Sem Justiça não
Há Paz”, já detalhava a grave situação de violência, ameaças e impunidade que afeta a
zona rural e os povos tradicionais do estado. Esse relatório foi elaborado após uma
expedição dos direitos humanos realizada entre 16 e 20 de abril de 2023 pelas regiões
sul e sudeste do Pará, na qual os membros da comissão visitaram municípios críticos
como Marabá, Anapu, Eldorado do Carajás e

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Programa de governo — eleição de 2022 11 páginas

PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO - PSTU PROGRAMA PARA AS
ELEIÇÕES 2022

POR UMA ALTERNATIVA SOCIALISTA E REVOLUCIONÁRIA NAS ELEICÕES E NAS LUTAS
DOS TRABALHADORES, DA JUVENTUDE E DO POVO PRETO E POBRE DAS PERIFERIAS.

VERA LÚCIA/PSTU, UMA OPERÁRIA PARA PRESIDENTE E RAQUEL TREMEMBÉ, UMA
MULHER INDÍGENA PARA VICE!
PARA GOVERNADOR, O OPERÁRIO CLEBER RABELO/PSTU! PARA VICE A PROFESSORA
BENEDITA/PSTU.
É PRECISO DERROTAR BOLSONARO, MAS LULA-ALCKMIN NÃO SÃO A SOLUÇÃO!
POR UMA ALTERNATIVA SOCIALISTA E REVOLUCIONÁRIA!

O PSTU se apresenta com o operário da construção civil, C…

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leber Rabelo, para o governo do Pará. Cleber
Rabelo participa ativamente na luta em defesa da classe trabalhadora, dos oprimidos e explorados, dos
camponeses, indígenas e quilombolas representando, neste contexto eleitoral, um projeto socialista e
classista para Estado do Pará. A professora Benedita, uma mulher negra da classe trabalhadora, é a
candidata a vice-governadora, representa a luta contra o machismo, o racismo e a LGBTFOBIA, a luta
contra as opressões, a luta por uma sociedade socialista. VOTE 16 PSTU: GOVERNADOR CLEBER
RABELO E VICE-GOVERNADORA BENEDITA DO AMARAL. O PSTU também virá com Wellingta
Macedo para Deputada Federal, Seu Alex para Deputado Estadual e João Santiago para o Senado.

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado – PSTU foi fundado em 1994, após um processo de
construção de uma alternativa política aos partidos de esquerda existentes, participando de inúmeras
manifestações, passeatas e greves, entre outros fatos políticos. Em todos os momentos, sempre defendemos
os interesses da classe trabalhadora, dos estudantes e dos setores oprimidos da sociedade. E nessas eleições
não será diferente.
O Programa de Governo Estadual do PSTU para as eleições 2022 é apenas um esboço, pois o verdadeiro
Programa de Governo deve ser debatido junto com a classe trabalhadora e os movimentos sociais. Para isso
será necessário abrir um amplo fórum de debates com as associações de bairros, com os camponeses,
sindicatos, organizações estudantis, indígenas, quilombolas que poderão funcionar como comissões
populares com poderes consultivo e deliberativo sobre a administração do estado para decidir a aplicação
de 100% do orçamento.

O PARÁ REFLETE A SITUAÇÃO DO BRASIL E DO MUNDO
Desemprego, precarização do trabalho, arrocho salarial, violência sem limites; chacinas protagonizadas por
milícias, PMs e traficantes; acidentes ambientais causados pelas mineradoras, que destroem a natureza e a
vida dos ribeirinhos; aumento da exploração e opressões contra as mulheres, negros e LGBTI’s. A vida no
Pará é o reflexo do que vemos no país inteiro.
A crise capitalista mundial leva a burguesia brasileira, através de seus representantes no parlamento, a travar
uma guerra social cada vez mais cruel contra a classe trabalhadora e o povo pobre com o objetivo de jogar
sobre os ombros dos trabalhadores o peso da crise capitalista e seu sistema de exploração.
Essa situação ficou ainda mais difícil após a aprovação da Reforma Trabalhista, um ataque histórico de
retirada de direitos e precarização do trabalho. E para piorar, o governo de Jair Bolsonaro também aprovou
a Reforma da Previdência que aumentou o tempo de trabalho e diminuiu o valor das aposentadorias dos
trabalhadores.
Enquanto a vida dos de baixo só piora, os de cima aumentam a exploração e se preparam mais uma vez
para as falsas promessas e a ilusão no processo eleitoral. Mas as eleições não vão mudar a vida dos paraenses,
muito menos a dos brasileiros como um todo. O PSTU participa das eleições burguesas controladas pelos
ricos e poderosos, mas entende que devem ser usadas para aumentar a organização da nossa classe, preparar
nossa luta e fazer avançar entre os trabalhadores a consciência e a compreensão para se rebelar e fazer uma
Revolução Socialista.
Devemos unificar as lutas e a ação direta, preparar uma nova e poderosa Greve Geral. Nos prepararmos para
enfrentarmos qualquer governo que venha e impedir novos ataques.

Queremos usar nossa participação nas eleições para dizer aos trabalhadores que só organizando os de baixo
e derrubando os de cima podemos mudar nossa vida para melhor. Construindo um governo realmente nosso,
com um programa que reflita nossas necessidades mais básicas, como saúde, educação, moradia e emprego.
Defendemos acabar de uma vez por todas com a exploração e a opressão que causam nossa pobreza e
miséria através de uma revolução socialista.

Queremos o Pará nas mãos dos trabalhadores e do povo pobre! Fora Bolsonaro! Lula e Alckmin não vão
resolver os problemas da classe trabalhadora e do povo pobre nem dos oprimidos do país.
A campanha do PSTU se propõe a ser um ponto de apoio para as lutas e a organização da classe operária,
dos trabalhadores, da juventude e do povo pobre, dos bairros Populares da periferia, dos assentamentos
rurais, das ocupações, dos quilombolas, dos ribeirinhos, em todo o Pará.
Vamos juntos construir um quilombo socialista contra a exploração, o desemprego, o racismo, a
LGBTIfobia, o machismo e a xenofobia.
Para garantirmos uma vida digna, emprego, salário, educação e saúde públicas e gratuitas, moradia,
saneamento básico para todos, e transporte público de qualidade é preciso botar pra Fora Bolsonaro nas
lutas, por uma greve geral que unifique a classe operária com todos os oprimidos e o povo pobre das
periferias do país para enfrentar o capitalismo e derrotar os patrões. Nos dois anos de pandemia e de uma
crise econômica sem precedentes, mais de 93 milhões de trabalhadores estão sem trabalho. Segundo o
IBGE, 40% das pessoas ocupadas estão no trabalho informal – sem direitos à salários dignos, ou
aposentadorias. A renda dos trabalhadores sofreu 10% de rebaixamento, no país, só no último ano. Nos
últimos dez anos, a renda da metade mais pobre do país diminuiu 26,2%!

Já os preços dos alimentos, dos combustíveis (gás de cozinha e gasolina), as tarifas de luz chegaram às
nuvens. Só de 2021 para cá, o preço dos alimentos chegou a subir 68% em média, no governo Bolsonaro.
Sem falar nos mais de 679 mil mortos pela pandemia de coronavírus, graças ao atraso proposital da
distribuição de vacina pelo governo corrupto e genocida de Jair Bolsonaro.
Outro aspecto da tragédia que é o governo Bolsonaro são os 45 milhões de trabalhadores que passam fome,
hoje, no país. Ainda segundo o IBGE, cerca de 60% dos brasileiros sentem o chamado “desconforto
alimentar”, uma forma bonita de dizer que a maioria do povo brasileiro almoça, mas não janta.
Na base desta miséria crescente está a desindustrialização em curso no país: nos últimos 40 anos, 43,8%
das fábricas fecharam no Brasil. Só nos últimos 5 anos, cerca de 17 fábricas fecham todos os dias no país.
Entre as fábricas fechadas, vimos gigantes como a LG Phillips e a Ford fecharem. Agora, a Caoa Chery
quer fechar as portas e demitir operários também. Entre as montadoras, houve mais de 6.500 demissões.
Na construção civil, mais de 450 mil operários foram para a rua, só nos dois últimos anos.
Este processo, ordenado pelo imperialismo, destruiu milhões de empregos e jogou milhões na fome. As
consequências mais sinistras da desindustrialização são os milhões de brasileiros que catam comida nos
lixões das grandes cidades.
Enquanto isso, nestes mesmos dois anos de pandemia e de gravíssima crise econômica, 315 bilionários
acumulam 2 trilhões de reais e lucram 284,7% a mais durante a pandemia.

Os ricos é que devem pagar pela crise.
Hoje, os donos das fábricas, dos bancos, das construtoras, as mineradoras, os latifundiários do agronegócio,
dos supermercados são os donos do Pará, do Brasil e do poder.
Nós queremos o Pará e o Brasil nas mãos dos trabalhadores e do povo pobre, por isso defendemos um
governo socialista dos trabalhadores.
Nosso estado e o país devem ser controlados por conselhos populares organizados nos bairros, na periferia,
nos locais de trabalho, na educação, na saúde. Que seja o povo a decidir sobre o que fazer com 100% do
dinheiro do orçamento público e vigiar sua aplicação. Os governos estadual e federal devem se submeter aos
Conselhos Populares. Todo político deve ter mandato revogável e nenhum político deve ganhar mais do
que um operário (a) especializado ou um (a) professor (a).
Sempre tivemos como princípio não aceitar receber dinheiro de empresas, porque sabemos que quem
financia as campanhas determina o plano de governo dos candidatos. Por isso, o PSTU é o único partido
que não está na lista das empreiteiras e da Lava Jato. Fazemos questão de sermos financiados pela classe
trabalhadora e pelo povo pobre.
As eleições são uma disputa de cartas marcadas. São antidemocráticas. Nestas eleições não teremos o direito
mínimo democrático de tempo de propaganda na TV. E estamos, mais do que nunca, sendo excluídos dos
debates nas emissoras e nas mídias em geral. Enquanto os grandes partidos da burguesia têm todo tempo
do mundo e rios de dinheiro de empresários corruptos.
Mas eleger revolucionários e socialistas do PSTU fortalece a luta da nossa classe como aquela travada por
nossos antepassados cabanos.
Vamos lutar para colocar nosso imenso estado a serviço da classe trabalhadora, da juventude, do povo pobre
das periferias, dos negros, LGBTIs e mulheres da classe trabalhadora em tudo que temos direito.
Além disso, uma gestão socialista também fará do Pará e da própria Amazônia um ponto de apoio na luta
para mudar o país e o mundo, para acabar com a exploração e com o sistema capitalista, onde a produção
não esteja a serviço do lucro de uma minoria de bilionários e da exploração e miséria de milhões, mas sim
a serviço das necessidades da maioria do povo pobre e trabalhador, a serviço da igualdade entre os que
produzem a riqueza.
Estamos apresentando para Governador um candidato que é a cara desse programa. Cleber Rabelo é operário
da construção civil de Belém e dedica sua vida à luta pelo fim da exploração, da opressão e da miséria
capitalistas. Em seu mandato de vereador socialista em Belém, demonstrou estar ao lado dos trabalhadores
e suas lutas, apresentando propostas contra os ricos e contra os privilégios dos políticos, como a redução do
salário dos vereadores, do prefeito e vice, assim como dos secretários para ganharem igual ao valor dos
salários de operários especializados e professores. E denunciando o parlamento, seja câmara
de vereadores, assembleia de deputados ou o congresso nacional, como aparato dos poderosos, o qual não
deve ter nenhuma confiança dos operários e do povo pobre.
Apoiou as lutas em várias partes do Pará e no Brasil, desde as lutas dos operários e operárias da construção
civil em Belo Monte e em Belém, na defesa da classificação das operárias da construção civil, dos
trabalhadores da COSANPA, dos professores, trabalhadores da saúde, trabalhadores da Semob, dos
trabalhadores da FUNPAPA, dos assentamentos rurais e ocupações urbanas, contra os assassinatos das
lideranças no campo por lutarem por reforma agrária e pelo direito à terra, entre outras lutas muito
importantes.
Cada voto em Cleber Rabelo do PSTU, nº 16, para governador de nosso estado vai ser útil para fortalecer o
projeto revolucionário e socialista e a luta da classe trabalhadora, do povo pobre, dos negros, das mulheres
e LGBTIs para mudar de verdade tudo isso que está aí. #FORA BOLSONARO! LULA E ALCKMIN NÃO
VÃO RESOLVER OS MÍNIMOS PROBLEMAS DOS TRABALHADORES E DO POVO POBRE DA
PERIFERIA!

O BRASIL PRECISA DE UMA REVOLUÇÃO SOCIALISTA!

16 PROPOSTAS PARA MUDAR TUDO QUE ESTÁ AÍ
POR UMA ALTERNATIVA DE LUTA E SOCIALISTA REVOLUCIONÁRIA PARA A
POLARIZACÃO ENTRE LULA E BOLSONARO! ELES NÃO VÃO RESOLVER OS GRAVES
PROBLEMAS DA CLASSE TRABALHADORA, COMO O DESEMPREGO, A FOME E O
REBAIXAMENTO DA RENDA. POR UMA ALTERNATIVA DE INDEPENDÊNCIA DE CLASSE,
SEM ALIANÇAS COM A BURGUESIA E POR UMA REVOLUÇÃO SOCIALISTA NO BRASIL!
QUE A CLASSE TRABALHADORA TOME O PODER E GOVERNE!
A situação de calamidade pública em que se encontram nosso estado e nosso país é responsabilidade de
décadas, dos governos do MDB, PT e PSDB e do governo do genocida de Jair Bolsonaro, que favorecem
a especulação imobiliária, banqueiros, multinacionais, empreiteiras e políticos corruptos.
Bolsonaro dá continuidade às mesmas medidas iniciadas por Dilma e Temer. Todos esses governos têm em
comum a defesa dos interesses dos banqueiros e do sistema financeiro, dos grandes industriais, das
empresas e de governos imperialistas. Defendem o agronegócio, o latifúndio e o lucro dos patrões. É
verdade que Jair Bolsonaro vai mais adiante quando propõe uma nova ditadura militar, atacar as conquistas
democráticas arrancadas com luta, sangue e suor dos trabalhadores. É verdade que a única resposta a Jair
Bolsonaro e suas ameaças de golpe é a. unidade na luta e a greve geral, a autodefesa dos trabalhadores e da
juventude e ir para as ruas para por abaixo este governo genocida, corrupto e responsável direto pelos
assassinatos no campo, pelas mortes de Dom e Bruno, pelos ataques às mulheres, aos negros e negras e ao
povo LGBTI. O governo Bolsonaro atacou os camponeses pobres, as terras, os direitos dos povos indígenas,
do povo quilombola, incentivou o racismo, o machismo e a lgbtifobia. Entretanto, Lula e Alckmin farão
um governo que defenderá as mesmas bases sociais, políticas e econômicas pois governarão com e para os
banqueiros e para a burguesia do campo e da cidade. Farão um governo que destinará a metade do PIB para
os grandes bancos. É um governo que fará mínimas concessões como o bolsa família apenas para conter as
lutas e continuar a aprofundar os ataques aos direitos, à renda e ao emprego. Lula-Alckmin – ou qualquer
outro candidato da burguesia que ocupar a presidência - farão um governo para garantir a elevação das
taxas de lucro para a grande burguesia e, para garantir o lucro dos patrões, dos banqueiros e do agronegócio,
continuar a tremenda exploração sobre a classe trabalhadora.
Os trabalhadores e a juventude não devem aceitar pagar pela crise com desemprego, arrocho nos salários,
carestia, retirada de direitos, corte de verbas na saúde, educação e gastos sociais. Chega de enriquecer
banqueiros e multinacionais! Chega dos corruptos remeterem bilhões para os países ricos, seus bancos e
suas empresas.
Bolsonaro ou Lula-Alckmin, esse Congresso Nacional, o governador do estado, prefeito, deputados e
vereadores defendem os ricos. Precisamos é de uma alternativa seja para esta polarização entre Lula e
Bolsonaro seja para a inviável terceira via.
Não é possível mudar pra valer o estado sem mudar o país. E não é possível mudar de vez o país sem mudar
o sistema capitalista. Para mudar tudo o que está aí é preciso um governo socialista dos trabalhadores,
formado por Conselhos Populares, ou seja, um governo realmente dos de baixo, que execute o que for
decidido em comitês populares formado nos bairros, escolas e fábricas. Só conquistaremos isso com nossa
mobilização permanente.
Toda mudança que conquistemos deve fortalecer a luta para mudar também o Brasil.

1- POR UMA VERDADEIRA INDEPENDENCIA A luta do povo é única garantia para impedir que o Pará
seja usado pelos empresários e poderosos como uma colônia, que as suas riquezas e os seus produtos não
sejam entregues ao capital estrangeiro a preço de banana. Enquanto o Pará se especializa cada vez mais
como exportador de matéria-prima e de alimentos para o mercado internacional, o povo passa fome. Este
modo de governar favorece as grandes empresas estrangeiras, o latifúndio e o agronegócio, destruindo o
ser humano e a natureza.
A verdadeira independência começa pelo não pagamento das dívidas externa e interna. Este processo
garantirá a transferência para o desenvolvimento social e ambiental do Estado dos recursos hoje ilegalmente
pagos aos parasitas do mercado financeiro.
2 - PARA ABOLIR COM A ESCRAVIDÃO MODERNA E GARANTIR SALÁRIO, EMPREGO
E TERRA
Defendemos uma política de enfrentamento à superexploração do trabalho.
Adotaremos um plano de pleno emprego, uma Carreira Única aos servidores públicos estaduais, que
permita a redução da jornada de trabalho para 36 horas semanais sem redução do salário, para contrapor aos
escândalos financeiros de corrupção que se alastram neste país. Desenvolveremos um plano de obras
públicas voltados para a melhoria da saúde, da escola, de moradias, de saneamento, eletrificação rural etc.,
capaz de resolver as principais deficiências de atendimento ao povo e que ao mesmo tempo empregue quem
está desempregado, Os recursos, para tanto, devem vir além dos que forem economizados do não pagamento
das dívidas, pela taxação progressiva das grandes propriedades e grandes fortunas. Revisaremos as
concessões públicas rumo às estatizações e às reestatizações como a CELPA, que deve voltar ao controle
do Estado administrada pelos trabalhadores com redução imediata das tarifas de energia elétrica para os
pobres e desempregados e o fim imediato da aplicação da bandeira vermelha.
3 - UNIFICAR AS LUTAS E CONSTRUIR A GREVE GERAL
Precisamos unificar as lutas e parar o Brasil para barrar os planos de “ajustes” que os governos das três
esferas estão aplicando.
Eles querem acabar com a aposentadoria, com os direitos trabalhistas, aumentar o desemprego e a
exploração e rebaixar ainda mais os salários. Querem privatizar e destruir de vez a educação, a saúde e os
serviços públicos para enriquecer os donos do ensino privado, das clínicas e hospitais dos ricos, dos bancos,
das grandes empresas.
Precisamos de uma Greve Geral para botar para fora Bolsonaro! E enfrentar o capitalismo derrubando os
patrões.

UMA SAÍDA OPERÁRIA E SOCIALISTA PARA A CRISE
4 - POR UM PLANO DE OBRAS PÚBLICAS E PELA REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO
PARA ENFRENTAR O DESEMPREGO NO PARÁ
Os números de desempregados no país e no Pará são alarmantes, mas é possível mudar este quadro com as
seguintes medidas:
- Redução da jornada de trabalho para 36 horas sem redução dos salários;
- Seguro desemprego de dois anos, pelo menos, enquanto perdurar a crise;
Proibição da demissão imotivada e expropriação sem indenização das fábricas e empresas que receberam
isenções fiscais e demitirem;
- Garantia por lei de estabilidade no emprego.
Além da Criação de empregos através de um plano de obras públicas necessárias, como saneamento básico,
postos de saúde, escolas a serem construídas por uma empresa Estatal de obras 100% pública, controlada
pelos trabalhadores; e
Isenção de pagamento de luz, água, IPTU e passe-livre em todo transporte público, para os desempregados;

5 - PELA REFORMA AGRÁRIA SOB CONTROLE DOS TRABALHADORES PARA DIMINUIR O
PREÇO DOS ALIMENTOS E ACABAR COM A FOME NO PAÍS. EM DEFESA DOS TERRITÓRIOS
DOS POVOS ORIGINÁRIOS.
No Brasil, 50% das propriedades da terra estão nas mãos de 1% de grandes proprietários. Entre 1997 e
2020, a produção de grãos cresceu 300% no Brasil ( Companhia Nacional de Abastecimento/Conab). A safra
agrícola de 2021 deve totalizar 251,7 milhões de toneladas e a área colhida foi de 68,3 milhões de hectares
na safra agrícola de 2021, segundo o IBGE. Por outro lado, vimos que apenas 14% de todo financiamento
disponível para agricultura se concentram em apenas 23% das terras agriculturáveis no país. Segundo o
último censo agropecuário feito pelo IBGE, em 2017, 63 milhões de hectares de terras são destinados à
agricultura, sendo que deste total, 61,6 milhões de hectares estão concentrados no agronegócio.
Em consequência desta absurda concentração de terras e de poder econômico nas mãos de poucos
proprietários (1% destes), os alimentos produzidos são destinados à exportação e o pouco que é vendido no
país é taxado pelo preço do mercado internacional.
Na verdade, a desnacionalização da economia brasileira não passa apenas pela destruição da indústria
nacional, mas da terra brasileira também. Segundo o jornal O

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Mais votados nesta disputa

Comparativo: Governador em 2022 (PA)

HELDER
1º
Eleito neste pleito HELDER MDB
3.117.276 votos
ZEQUINHA MARINHO
2º
ZEQUINHA MARINHO PL
1.201.079 votos
ADOLFO OLIVEIRA
3º
ADOLFO OLIVEIRA PSOL
56.830 votos
DR. FELIPE
4º
DR. FELIPE PRTB
31.402 votos
MAJOR MARCONY
5º
MAJOR MARCONY SOLIDARIEDADE
9.183 votos
SOFIA COUTO
6º
SOFIA COUTO PMB
5.355 votos
PAULO ROSEIRA
7º
PAULO ROSEIRA AGIR
1.309 votos

Candidatos Relacionados

Origem dos dados desta página

Todo número aqui vem de uma base pública, e cada uma tem sua própria data de atualização. Se algum dado parecer ausente ou estranho, consulte a fonte — o link leva ao órgão que a publica.

Tribunal Superior Eleitoral — Dados Abertos
Candidaturas, votação apurada, bens declarados, despesas de campanha, coligações, redes sociais, propostas de governo, cassações e situação do registro
Câmara dos Deputados — Dados Abertos
Projetos apresentados, comissões, votações nominais, presença em sessões e cota parlamentar
Senado Federal — Dados Abertos
Projetos, comissões, votações e cota do exercício parlamentar
Tribunal de Contas da União
Responsáveis inabilitados para cargo em comissão ou função de confiança
Controladoria-Geral da União — Portal da Transparência
Cadastro de empresas e pessoas inidôneas e suspensas de licitar (CEIS)
Ranking dos Políticos (ONG independente)
Nota do Conselho de Leis e selo de Parlamentar Premiado — opinião de terceiro, não dado oficial